Alexandro de Sousa Ribeiro, mais conhecido como Alex Gardenal (Fortaleza, Ceará, 1976), é um criminoso brasileiro condenado a 79 anos de prisão por praticar sequestros, assalto a bancos e carro-fortes, homicídios, tráfico de drogas e formação de quadrilha.

Vida Natural de Fortaleza, Alexandro começou na vida do crime muito cedo, praticando furtos e roubos. Começou a ganhar notoriedade nos jornais cearenses no início dos anos 2000, após cometer um roubo de R$ 122 mil na agência do Banco do Brasil no campus da Universidade Federal do Ceará em 2000, pelo qual foi condenado a mais de 8 anos de prisão. Aos 26 anos, ele foi apontado como chefe do "consórcio da morte", movimento criado dentro dos principais presídios do Ceará para arrecadar dinheiro e bancar o assassinato de agentes penitenciários e policiais militares. Alex também era chefe de uma quadrilha responsável por diversos sequestros no estado do Ceará. Sua trajetória também inclui fugas cinematográficas, como a registrada em 2006 no Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS), e outra, em 2011, no Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira II (IPPOO II), quando um grupo fortemente armado resgatou dez detentos em um ataque violento à unidade. O grupo chegou a trocar tiros com policiais militares da muralha do presídio.

Soltura e Nova Prisão Alexandro ficou 19 anos em regime fechado, passando por diversos presídios federais. Em 11 de setembro de 2024, Alex foi colocado em regime semiaberto, porém, em outubro de 2025 ele voltou a ser preso, acusado de uma "saidinha bancária" em maio de 2025. Após ser levado preso, Alexandro foi interrogado e negou ter participação no roubo à instituição bancária, e ainda disse não ter informações para ajudar os policiais. Apesar disso, o suspeito admitiu saber do mandado de prisão em aberto há cerca de três meses.

Referências