Gangue do quebra-vidros passa a usar motos para praticar os crimes em SP

Assaltos são praticados em dupla e uso do veículo ajuda a despistar autoridades e agilizar a fuga. Crédito: Edição: Júlia Pereira

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

Gerando resumo

A República, no centro de São Paulo, foi eleita neste ano pela revista britânica Time Out como um dos bairros mais legais do mundo por sua efervescência cultural, opções gastronômicas e vida noturna. Mas como está a segurança da região?

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O 3º DP Campos Elíseos, onde fica a República, contabilizou 679 ocorrências de roubos e furtos em julho de 2026. O total é igual ao registrado no mesmo mês de 2025, quando também foram contabilizados 679 casos, sem variação no período.

Os furtos responderam pela maior parcela das ocorrências. Foram 546 registros em julho de 2026, ante 522 no mesmo mês de 2025, alta de 4,6%. Já os roubos passaram de 157 para 133 casos, queda de 15,29%.

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Os dados são da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) e consideram registros de roubos e furtos contabilizados nas áreas atendidas pelos Distritos Policiais da capital (exceto roubo de carga). Os números correspondem aos crimes registrados por meio de Boletins de Ocorrência (BOs).
Em nota, a secretaria informa que as polícias Civil e Militar atuam de forma integrada em toda a capital paulista no combate aos crimes patrimoniais e destaca a apreensão de 3.664 infratores na região.
A pasta ainda destaca que a Polícia Militar iniciou recentemente o patrulhamento do novo Batalhão de Resposta Avançada Operacional (BRAvO), com cerca de 250 policiais empregados para reforçar a segurança na região central e em outros pontos da capital, especialmente no combate a crimes com o uso de motocicletas, como roubos e ataques das “gangues quebra-vidro”.
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3º DP Campos Elíseos, onde fica o tradicional bairro da República, contabilizou 679 ocorrências de roubos e furtos em julho de 2026. Foto: Valeria Goncalvez/Estadão
Maiores altas
Entre os Distritos Policiais que apresentaram os maiores aumentos no número de roubos e furtos está o Itaim Bibi (15º DP), na zona sul. O distrito passou de 453 ocorrências em julho de 2025 para 580 no mesmo mês de 2026, uma alta de 28,0%.
Na Consolação (4º DP), também na área central, os registros também cresceram no período. O total avançou de 612 para 771 ocorrências, o que representa um aumento de 26,0% na comparação anual.
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O terceiro destaque entre as maiores altas foi Vila Amália (38º DP). Na área atendida pelo distrito, o número de roubos e furtos passou de 192 ocorrências para 231, uma variação positiva de 20,3% em um ano.
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Reduções
Na outra ponta do levantamento, Jardim Herculano (100º DP) apresentou uma das maiores reduções no número de roubos e furtos. Foram 244 ocorrências em julho de 2026, ante 480 no mesmo mês de 2025, uma queda de 49,2%.
Também houve redução em Jardim Noemia (59º DP), onde os registros recuaram de 145 para 88 ocorrências no período analisado. A diferença corresponde a uma queda de 39,3%.
Vila Santa Maria (40º DP) completa a lista dos três distritos destacados pelas maiores quedas. O total passou de 263 casos em julho de 2025 para 161 em julho de 2026, uma diminuição de 38,8%.
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Como esta reportagem foi feita
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A produção desta reportagem utilizou recursos de Inteligência Artificial (IA) e automação em diferentes etapas, com o objetivo de ampliar a quantidade de materiais produzidos sobre os bairros mais buscados pelos leitores e tornar os dados criminais disponibilizados pela SSP mais acessíveis ao público.
A análise e a extração dos dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) são feitas por meio de programação, a partir de códigos previamente desenvolvidos por um repórter de dados.
Depois, os dados analisados são inseridos automaticamente em uma estrutura de reportagem construída pelos nossos repórteres. Esse processo de automação coloca cada informação no lugar correto do texto, sem a necessidade de preencher os dados manualmente, um a um.
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Após estas etapas, a IA é utilizada para organizar essas informações na página, criar títulos e subtítulos e fazer pequenas alterações no texto previamente construído a partir de um modelo, com o objetivo de produzir variações na redação, mas sem modificar as informações apuradas.
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Antes da publicação, todo o conteúdo de texto passa por revisão humana, conforme estabelecem as diretrizes do Estadão para o uso de Inteligência Artificial.
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